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domingo, 22 de março de 2015

ODEIE SEU ÓDIO


Luis Carlos Bresser Pereira, economista e ex-ministro de Sarney e FHC, acredita que somente os ricos e a classe média branca odeiam. Declarou o seguinte ao jornal Folha de São Paulo: “Surgiu um fenômeno nunca visto antes no Brasil, um ódio coletivo da classe alta, dos ricos, a um partido e a um presidente”.
Ninguém odeia sozinho. Ódio não é privilégio de rico nem de pobre. De longe, o ódio é o sentimento mais democrático que existe.  E tem mão dupla.
Como se os ricos nunca tivessem odiado João Goulart, por exemplo. Ou como se os ricos pudessem “comprar” mais ódio que os pobres.  Que eu saiba, sempre tivemos( e teremos) mais pobres do que ricos, portanto Bresser Pereira não cometeu apenas um equívoco histórico: numericamente  está errado. E  biologicamente também. O pobre, ou pelo menos o pobre com instinto de sobrevivência, sempre odiou e sempre vai odiar o rico.
Nessa entrevista, desastradamente afiançada por Luis Fernando Veríssimo, Bresser Pereira viaja bonito na maionese, diz coisas do tipo: “(…)esse ódio decorre do fato de se ter, pela primeira vez, um governo de centro-esquerda que se conservou de esquerda, que fez compromissos, mas não se entregou. Continuou defendendo os pobres contra os ricos. O governo revelou uma preferência forte e clara pelos trabalhadores e pelos pobres. Não deu à classe rica, aos rentistas”.
“Compromissos” firmados com as empreiteras revolucionárias de esquerda, suponho. Segundo Bresser Pereira, as construtoras Andrade Gutierrez, Mendes Júnior, Camargo Correia, Queiroz Galvão e as demais, sempre, acima de qualquer negócio e até mesmo acima do lucro, sempre defenderam os interesses do povo brasileiro. Tá.
As mesmas que em nome da ordem e do progresso, visando o bem-estar do povo brasileiro “construíram” a Transamazônica nos anos setenta, e que, hoje, estão atoladas até o pescoço com a corrupção na Petrobras. A mesmas que ergueram o Brasil gigante e milagroso da ditadura militar. Imagino que o governo revolucionário brasileiro do PT que, segundo Bresser Pereira, ama os pobres e os defende da sanha dos ricos, também deve incluir nossos banqueiros entre os filantropos e benfeitores  da nação. Somente com juros a 300% ao ano  combate-se a classe rica e se transfere renda para os pobres. Dá lhe, Bresser!  
Um parêntese.
Dia 13 de março -  Sergio Gabrielli em cima de um carro de som vociferando contra a corrupção na Petrobras.
Dia 15 de março -   Madame descalibrada pedindo a volta dos militares (no lugar de “madame” leia-se  marcha da família com Deus pela liberdade, TFP e uma dezena de outras suásticas e caricaturasgourmets).  
A expressão de madame é algo que vai além da caricatura, é algo repulsivo. Mas o estrago que o ex-reitor da Universidade Federal da Bahia efetivamente causou no comando da Petrobras é incomparavelmente maior, real e muito mais do que repulsivo, é nefasto. Gabrielli é um dos maiores caras de pau da história do Brasil.  Madame é somente uma piada de péssimo gosto: ao contrário dos prejuízos materias -inclua-se o ódio - espalhados por Gabrielli e afins, a figura nojenta de madame (egourmets supracitados) encerra-se na própria repulsa e caricatura.
Fecha parêntese.
Lamentável que L.F. Veríssimo tenha não apenas republicado, mas também chancelado a entrevista “heróica” de Bresser Pereira. No final de sua crônica confessa “terna admiração” pela mentirada  e pelo ódio espalhado por Bresser Pereira, um ódio que - como eu disse acima - é democrático, malandramente subliminar, tem mão dupla e, acrescento, pode se desdobrar em muitos outros ódios, e também pode ser letal.

Ah, quase esqueço:  vai catar coquinho, Juca Kfouri.

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/blogs/marcelo-mirisola/odio-tem-mao-dupla-191437053.html  Acesso em 22 de março de 2015

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

QUAL É O SEU VALOR?


 Por que você é especial!

Um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de 50 reais. Numa sala com 200 pessoas, ele perguntou: “Quem quer esta nota de 50 reais?”
Mãos começaram a se levantar. Ele disse: “Eu darei esta nota de 50 reais a um de vocês, mas primeiro deixe-me fazer isso!” Ele amassou a nota. Então perguntou: “Quem ainda quer esta nota?” Mãos ainda continuaram levantadas. “Meus amigos, vocês todos devem aprender uma valiosa lição”. Não importa o que eu faça com a nota, vocês vão querê-la, porque não perde o valor, ela ainda vale 50 reais.
Muitas vezes em nossas vidas, somos amassados, pisados, e ficamos imundos por decisões que fizemos ou pelas circunstâncias que vem em nosso caminho.
Nós sentimos, às vezes sem valor, sem importância, mas não importa o que acontece ou o que acontecerá, nunca vamos perder nosso valor aos olhos de Deus. Para Ele, sujo ou limpo, amassado ou finalmente ajeitado, ainda assim, seremos valioso para Ele. Deus ama você, mesmo que você não o mereça, já que você também é um pecador que para Deus ainda não está perdido.
Entregue sua vida a Jesus Cristo confessando o seu pecado diante Dele e pedindo perdão.



Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deus o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3:16)

Texto oriundo de panfleto religioso

domingo, 23 de dezembro de 2012

ESTIMADOS VISITANTES,
QUE A INTREPIDEZ DAS PALAVRAS DESTA PRECE ESTEJA A CADA DIA DESTE 2013 EM VOSSA COMPANHIA

OBRIGADO POR ACESSAREM ESTE BLOG

PRECE DE CÁRITAS

sexta-feira, 8 de junho de 2012

O VELHO MESTRE E O APRENDIZ

O velho mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.
– Qual o gosto?  – perguntou o Mestre.

– Ruim – disse o aprendiz.
O mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
– Beba um pouco dessa água. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o mestre perguntou:
– Qual é o gosto?
– Bom!, disse o rapaz.
– Você sente o gosto do sal? Perguntou o mestre.
– Não, disse o jovem.
O mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse: 
– A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.

(Autor desconhecido)

domingo, 4 de março de 2012

EM NOME POEMA DE JORGE BARBOSA FILHO

do pai
do fumo                                 da filha                                da grana
do álcool                 dos espíritos do mundo             da fama
das drogas do mundo      o êxtase      das modas do mundo
a vagina                     da cama                         o falo
do coma
dos sonhos do mundo
a foda
da trama
do palco
das máscaras do mundo
a merda
da forma
do fundo
das estruturas do mundo
a mola
da bala
da vala
dos mortos do mundo
o mudo
da muda
do mundo
das flores do imundo
amém…

sábado, 14 de janeiro de 2012

CAÇA ÀS BALEIAS: A TRAJETÓRIA, VIDA E FUTURO DAS BALEIAS EXISTENTES

TEMA: ECOLOGIA
AUTOR: GREENPEACE
DATA: 26/4/2010

A captura indiscriminada de baleias com fins comerciais teve início no século XII, na área do Golfo de Biscaia, no Atlântico Norte, próximo às costas espanhola e francesa. Nos fins do século XIX, ainda com a utilização de arpões de mão, frotas comerciais de nações do hemisfério norte, como os Estados Unidos, Japão, Noruega, Inglaterra, Rússia, entre outras, já devastavam as populações de baleias que viviam nos oceanos do hemisfério sul.
A exploração irracional se agravou ainda mais a partir de 1920, quando a atividade baleeira adquiriu características industriais inventou-se um arpão com granada explosiva na extremidade que, ao ser lançado de um canhão, permitia atingir e matar com precisão uma baleia, qualquer que fosse seu tamanho.
Ao mesmo tempo, a caça passou a contar com o navio-fábrica, gigantesca embarcação a bordo da qual uma baleia inteira era convertida em barris de óleo, toneladas de carne e outros produtos, em menos de duas horas.
Em 1931, somente na estação de caça, 30.000 baleias-azuis foram mortas. Espécies, como a baleia-franca-do-norte, quase foram extintas devido à rapidez com que estavam sendo mortas.
As baleias eram, então, caçadas em todos os oceanos do planeta, até mesmo na bela costa brasileira. Nossas águas foram palco dessa atividade devastadora desde o século XVII. A caça artesanal estendeu-se do litoral sul da Bahia até a Paraíba.
O período industrial ocorreu depois da criação da COPESBRA, em 1910, uma empresa nipo-brasileira que detinha o monopólio da atividade. Sediada em Cabedelo, na Paraíba, a empresa operou em águas brasileiras até 1986, quando o presidente José Sarney sancionou a lei que proíbe a caça da baleia no litoral do Brasil. Durante os seus 75 anos de atuação, a COPESBRA abateu cerca de 22.000 animais de todas as espécies, segundo os registros deixados pela empresa. 
Devido ao forte declínio das populações de baleias, a indústria sentiu-se forçada a regulamentar a caça ao redor do mundo, criando, em 1946, a Comissão Baleeira Internacional (CBI).
Com o único objetivo de conservar as populações de baleias para que pudessem ser devidamente exploradas, a CBI criou um "efeito dominó": à medida que uma espécie rareava, partia-se para a caça de outra, até que todas foram sendo rapidamente dizimadas. As baleias-fin, por exemplo, que eram cerca de 100.000 indivíduos, hoje não chegam a 2.000 no Oceano Antártico. Antes estimadas em 250.000 indivíduos, as baleias azuis não passam de 400 na mesma região. São tão poucas que podem realmente desaparecer do planeta!
Mais de 2 milhões de baleias foram mortas neste século. Estima-se que cerca de 50 a 60.000 baleias foram mortas por ano durante o período da caça comercial mundial, que atingiu seu pico em 1961, quando a indústria baleeira conseguiu o triste recorde de 70.000 animais mortos.
Na tentativa de conter o ritmo alucinado com que as espécies estavam sendo caçadas, a CBI declarou, em 1986, a moratória da caça por tempo indeterminado. Ainda assim, desde que a moratória foi declarada, quase 14.000 baleias já foram mortas, sendo que destas, 7.000 foram abatidas somente pelo Japão!
O Japão se utiliza do argumento da "caça científica" que alega reunir dados sobre o tamanho e a estrutura das populações de baleias. Entretanto, tais informações poderiam ser coletadas por pesquisas que não envolvessem a morte de animais. A "caça científica" é uma falsa justificativa para os baleeiros continuarem caçando comercialmente, apesar da proibição.
A Noruega contesta abertamente a moratória e caça comercialmente cerca de 500 baleias-minke por ano, com a expectativa de aumentar sua quota anual para até 2.000 animais. A Islândia, por sua vez, retirou-se da CBI em junho de 1992. Os dois países justificam a caça como sendo parte de suas tradições costeiras.
Seus governos argumentam, também, que realizam uma caça sustentável e que a carne de baleia é uma fonte de proteína ambientalmente correta.

ACREDITAR E AGIR

Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas, imaginando uma forma de chegar até o outro lado, aonde era seu destino. Suspirou, profundamente, enquanto tentava fixar olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.

O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente, percebeu haver letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras.

Num dos remos estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro, AGIR. Não contendo a curiosidade, perguntou ao barqueiro o motivo daqueles nomes nos remos.

O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito ACREDITAR, e remou com toda força. O barco começou a dar voltas, sem sair do lugar. Em seguida, pegou o remo em que estava escrito AGIR, e remou com todo vigor. Novamente, o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante. Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-se ao mesmo tempo, e o barco, impulsionado por ambos so lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.

O barqueiro disse ao viajante:
- Este barco pode ser chamado de AUTOCONFIANÇA. E a margem é a META que desejamos atingir. Para que o barco da AUTOCONFIANÇA navegue seguro e alcance a META pretendia, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo, e com a mesma intensidade: ACREDITAR e AGIR.

Não basta apenas ACREDITAR, senão o barco ficará rodando em círculos, é preciso também AGIR para movimentá-lo na direção que nos levará a nossa META. Impulsione os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais, e não se esqueça que por vezes, será preciso até remar a maré.

VENCEDOR E PERDEDOR

O vencedor é sempre parte da solução;
O perdedor é sempre parte do problema;

O vencedor  sempre tem um plano;
O perdedor sempre tem uma desculpa;

O vencedor vê uma resposta para todo problema;
O perdedor vê um problema em toda resposta;

O vencedor vê sempre uma luz no meio da escuridão;
O perdedor vê  sempre escuridão no meio de toda luz;

O vencedor diz: “ é difícil mas é possível”;
O perdedor diz: “ pode ser possível mas é muito difícil”.


POR TUDO ISSO, SEJA UM VENCEDOR!!!!!!!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

PEDIDOS DE UM ADOLESCENTE A SEUS PAIS

“Não tenham medo de ser firmes comigo. Prefiro assim, isso faz com que eu me sinta mais segura. Não me estraguem, sei que não devo ter tudo o que peço, só estou experimentando vocês. Não deixem que eu adquira maus hábitos, dependo de vocês para saber o que é bom ou mau. Não me corrijam com raiva, aprenderei muito mais se falarem com calma e em particular. Não me protejam das consequências dos meus erros, às vezes, eu preciso aprender pelo caminho mais áspero. Não façam promessas que não possam cumprir mais tarde; lembrem-se de que isto me deixará profundamente desapontada. Não me mostrem um Deus carrancudo e vingativo, isto me afastará dele. Não me desconversem quando eu faço perguntas, senão eu procurarei nas ruas as respostas que não tenho em casa. Não se mostrem para mim como pessoas perfeitas e infalíveis, senão ficarei extremamente chocada quando descobrir algum erro de vocês. Não digam que não conseguem me controlar, eu julgarei que sou mais forte do que vocês. Não me tratem como uma pessoa sem personalidade, lembrem-se de que tenho o meu próprio modo de ser. Não viva me apontando os defeitos das pessoas que me cercam, pois isto criará em mim, desde cedo, um espírito intolerante. Não queiram me ensinar tudo de uma vez, nem desistam nunca de me ensinar o bem, mesmo que eu pareça não estar aprendendo. No futuro, vocês verão em mim o fruto daquilo que plantaram, ou então, daquilo que não plantaram.”
(autor desconhecido)

O QUE OS PAIS PODERIAM FAZER PARA TRANSFORMAR O FILHO NUM VERDADEIRO HOMEM, LIVRE E RESPONSÁVEL.
1. Não dê à criança tudo quanto ela queira.
Desde pequena a criança deve aprender a ouvir um não. Aprendendo agora a dizer um não ao lícito, mais tarde ela saberá dizer também não ao ilícito.
2. Aponte os erros que seu filho comete.
Quando ele se embrenha nas sendas do mal, mostre o caminho do bem. Nos momentos de perplexidade, esclareça sua dúvida. Ensine e ajude seu filho a escolher entre o certo e o errado, entre o bem e o mal. Ajude-o a seguir o caminho do bem abraçando sempre a verdade.
3. Dê a seu filho também uma educação espiritual.
Seu filho não é apenas corpo e sensibilidade, mas possui também uma essência não física; uma essência que precisa conhecer e amar as forças superiores da natureza. Se ele perder a confiança no supremo, se perder o sentido da vida, se desconhecer o destino imortal do homem, se não esperar mais nada para depois da morte, só lhe resta um caminho a seguir: gozar a vida no momento presente e, para isto, irá servir-se de todos os meios, bons e maus, proibidos ou permitidos. Um homem que não nutre esta essência é uma caricatura humana. Um homem que não enxerga o eterno é um homem morto antes do tempo.
4. Não confunda as Coisas... Quando seu filho deixar espalhados pelo chão roupas, sapatos, livros, brinquedos, faça-o apanhá-los.
Mas faça como amor, bondade e carinho e não de maneira agressiva ou irritada. Com gritos nunca se educa uma criança. Educa-se com energia, amor, carinho, bondade e compreensão.
5. Não brigue nem discuta na presença do filho.
Quando os pais discordarem ou se desentenderem, procurem evitar a discussão diante dos filhos. Falem e discutam a sós. Brigas e discussões na presença dos filhos, além do mau exemplo que os pais dão, provocam na alma da criança conflitos de ordem emocional irreversível e muitas vezes de graves consequências harmonia e união entre os pais revertem em benefício para os próprios filhos.
6. Não dê a seu filho quanto dinheiro ele pedir.
Quem não se contenta com pouco, nem o muito o satisfará jamais. O dinheiro fácil na mão do seu filho abre caminho para muitos erros, pois a riqueza mal empregada abre as portas do mal. Seu filho deve aprender quanto custa ganhar dinheiro. Se desde pequeno ele não sabe quanto custa o dinheiro, ele só deseja uma coisa na vida: ganhar muito dinheiro com o mínimo de esforço e gozar o máximo a vida. Dinheiro fácil nas mãos do seu filho leva-o a confiar mais no poder da moeda do que em sua força de vontade, em sua dignidade moral e capacidade intelectual. Faça com que seu filho mereça o dinheiro que recebe.
7. Não satisfaça todos os desejos e caprichos do seu filho em matéria de comida, bebida e conforto.
Ele deve aprender a fazer sacrifício, a renunciar um gosto pessoal, a dizer um não a um capricho e deixar de ser voluntarioso. O comodismo enterra todas as aspirações humanas e é o maior obstáculo do progresso. Formar a vontade do filho não é fazer todas as suas vontades. Forme a vontade dele para que rejeite sempre o mal e queira sempre só o bem.
8. Quando seu filho entrar em conflito com professores, polícia, vizinhos e colegas, não tome seu partido sem antes examinar bem o fato e ver de que lado está a razão.
Um erro é tomar sempre o partido do filho apenas por ser filho, sem procurar saber a origem do conflito e ver com quem está a razão. É preciso ver, analisar, julgar e dar razão para quem a merece. Não é somente o filho do vizinho que pode errar; o seu também está sujeito ao erro. Ninguém é perfeito; seu filho também está dentro desta regra. Seja justo e dê razão a quem tem de fato.
9. Olhos Abertos significa atenção...
Quando ele entrar numa contenda mais séria, não o desculpe com estas palavras: "Ele sempre foi impossível; ele é assim mesmo." Isto fará com que seu filho permaneça no erro e abrirá caminho para faltas mais graves, pois ele sabe que pode contar sempre com a cumplicidade indulgente dos pais. A indulgência excessiva é sempre cúmplice do crime. Seja indulgente, mas sempre dentro da ordem, da energia bondosa e da disciplina.
10. Não faça comparações das virtudes e dotes do seu filho em relação aos outros.
Fazendo isto, você estará implantando nele o vírus da intolerância, a discriminação pessoal e social, e o menosprezo pelos demais. Um elogio deve ser feito de maneira discreta, a sós, e com muito cuidado. Os pais, costumam rotular os filhos de acordo com sua própria conveniência, e isto abre espaço para que vejam nos filhos, qualidades que muitas vezes não possuem, causando frustrações nos mesmos com o tempo.
11. Qualquer tipo de vício é prejudicial para os adultos e muito mais às crianças.
Se tiver algum vício, lute para livrar-se dele, e o faça diante do seu filho, sempre demonstrando a ele os malefícios do mesmo e sua luta pela liberdade. Sua criança não merece compartilhar de um capricho danoso como o seu. Se você tem amor de fato por ele, livre-se do vício, só, e apenas desse modo, poderá lhe cobrar mais tarde com eficiência, caso ele se caia numa dessas armadilhas. Para o filho, o exemplo de probidade dado pelo pai é mais importante do que todas as opiniões que ele vai encontrar pelo resto da sua vida.
12. Feito tudo isso, prepare-se para uma vida de harmonia, alegrias e felicidade. É o seu merecido destino.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

OS QUINZE MINUTOS DE CADA UM

QUE EM 2012 A SAÚDE E O SUCESSO
SEJAM SEUS COMPANHEIROS CONSTANTES MAS, ... 


Era uma vez, há muitos e muitos anos, uma escola de anjos. Conta-se que naquele tempo, antes de se tornarem anjos de verdade, os aprendizes de anjos passavam por um estágio.  Durante um certo período, eles saíam em duplas para fazer o bem e, no final de cada dia, apresentavam ao anjo mestre um relatório das boas ações praticadas.
Aconteceu então, um dia, que dois anjos estagiários, depois de vagarem exaustivamente por todos os cantos, regressavam frustrados por não terem podido praticar nenhum tipo de salvamento sequer. Parece que naquele dia o mal estava de folga. Enquanto voltavam tristes, os dois se depararam com dois lavradores que seguiam por uma trilha. Neste momento, um deles, dando um grito de alegria, disse para o outro:
– Tive uma ideia. Que tal darmos o poder a estes dois lavradores por quinze minutos para ver o que eles fariam?
O outro respondeu:
– Você tá maluco? O anjo mestre não vai gostar nada disto! Mas o primeiro retrucou:
– Que nada, acho que ele até vai gostar! Vamos fazer isto e depois contaremos para ele. E assim o fizeram.
Tocaram suas mãos invisíveis na cabeça dos dois e se puseram a observá-los. Poucos passos adiante eles se separaram e seguiram por caminhos diferentes. Um deles após alguns passos depois de terem se separado, viu um bando de pássaros voando em direção a sua lavoura, e passando a mão suada na testa disse:
– Por favor, meus passarinhos, não comam toda minha plantação! Eu preciso que esta lavoura cresça e produza, pois é daí que tiro o meu sustento.
Naquele momento, espantado, ele viu a lavoura crescer e ficar prontinha para ser colhida em questão de segundos.
Assustado, ele esfregou os olhos e pensou: devo estar cansado e acelerou o passo. Aconteceu que logo adiante ele caiu ao tropeçar em um pequeno porco que havia fugido do chiqueiro. Mais uma vez, esfregando a testa disse:
– Você fugiu de novo, meu porquinho! Mas, a culpa é minha, eu ainda vou construir um chiqueiro decente para você.
Mais uma vez espantado, ele viu o chiqueiro se transformar num local limpo e acolhedor, todo azulejado, com água corrente e o porquinho já instalado no seu compartimento. Esfregou novamente os olhos e apressando ainda mais o passo disse mentalmente: Estou muito cansado!
Neste momento, ele chegou a casa e, ao abrir a porta, a taramela que estava pendurada caiu sobre sua cabeça. Ele então tirou o chapéu e, esfregando a cabeça disse:
– De novo, e o pior é que não aprendo. Também, não tem me sobrado tempo. Mas ainda hei de ter dinheiro para construir uma grande casa e dar um pouco mais de conforto para a minha mulher. Naquele exato momento aconteceu o milagre.
Aquela humilde casinha foi se transformando numa verdadeira mansão diante dos seus olhos. Assustadíssimo, e sem na entender, convicto de que tudo era decorrente do cansaço, ele se jogou numa enorme poltrona que estava na sua frente e, em segundos, estava dormindo profundamente.
Não houve tempo se quer para que ele tivesse algum sonho. Minutos depois ele ouviu alguém pedir socorro:
– Compadre! Me ajude! Estou perdido!
Ainda atordoado, sem entender muito o que estava acontecendo, ele se levantou correndo. Tinha na mente, imagens muito fortes de algo que ele não entendia bem, mas parecia um sonho. Quando ele chegou na porta, encontrou o amigo em prantos. Ele se lembrava que poucos minutos antes, eles se despediram no caminho e estava tudo bem. Então perguntando o que havia se passado, ele ouviu o seguinte:
– Compadre, nós nos despedimos no caminho e eu segui para minha casa, acontece que poucos passos adiante, eu vi um bando de pássaros voando em direção a minha lavoura.
Este fato me deixou revoltado e eu gritei:
– Vocês de novo atacando a minha lavoura, tomara que seque tudo e vocês morram de fome! Naquele exato momento, eu vi a lavoura secar e todos os pássaros morreram diante dos meus olhos! Pensei comigo, devo estar cansado e apressei o passo. Andei um pouco mais e caí depois de tropeçar no meu porco que havia fugido do chiqueiro. Fiquei muito bravo e gritei mais uma vez: – Você fugiu de novo? Por que não morre logo e para de me dar trabalho? Compadre, não é que o porco morreu ali mesmo, na minha frente!
Acreditei tá vendo coisas, andei mais depressa e, ao entra em casa me caiu na cabeça a taramela da porta. Naquele momento, como eu estava mesmo era com raiva, gritei novamente: ­– Esta casa... caindo aos pedaços, por que não pega fogo logo e acaba com isto?... Para minha surpresa, compadre, naquele exato momento a minha casa pegou fogo, e tudo foi tão rápido que eu nada pude fazer!
Mas... Compadre, o que aconteceu com a sua casa?... De onde veio esta mansão?
Depois de tudo observarem, os dois anjos foram, muito assustados, contar para o anjo mestre o que havia se passado.
Estavam muito apreensivos quanto ao tipo de reação que o anjo mestre teria. Mas tiveram uma grande surpresa. O anjo mestre ouviu com muita atenção o relato, parabenizou os dois anjos pela ideia brilhante que haviam tido, e resolveu decretar que a partir daquele momento, todo ser humano teria quinze minutos de poder ao longo de sua vida. Só que ninguém jamais saberia quando esses quinze minutos de poder estariam acontecendo.

MORAL DA HISTÓRIA: Muito cuidado com tudo o que você diz, como age e com aquilo que pensa!  Sua mente trabalhará para que tudo aconteça, seja bom ou ruim. Os seus próximos quinze minutos, podem ser os seus quinze minutos de poder.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

QUEM É O ANIMAL?


Há muito se questiona a causa de tanta violência, hostilidade e crueldade neste Mundo Moderno.
O vídeo que segue responde parte destes questionamentos uma vez que, como somos produtos do meio e aprendemos aquilo que vimos, pergunto-me: “A criança que presencia cenas como a que o vídeo mostra, pode se tornar um cidadão pacato?”, “Que tipo de educação essa senhora pretende dar a seu filho?”
Falando do animal espancado, “Que mal tão grande o pobre desse cachorro fez a essa senhora?”, “Por que maltratar um ser que não pode se defender?”, “Se essa senhora fosse espancada pelo marido, o que justiça faria...
Vejam o vídeo e reflitam: “Quem é o animal?”
O CACHORRO É MAIS RACIONAL DO QUE ELA




ELA DEVIA APRENDER COM ELES

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Uma das coisas que eu acho fascinante em Jesus, é a capacidade que ele tinha de encontrar no meio da multidão, pessoas.
Ele era capaz de reconhecer em cima de uma árvore um homem, e descobrir nele um amigo.
Bonito uma amizade que nasce a partir da precariedade, quando você chega desprevenido, o outro viu o que você tem de pior, e mesmo assim, ele se apaixonou por você. Amor concreto, cotidiano, diário.
Jesus se apaixonava assim pelas pessoas e as tornava suas amigas. As trazia para perto Dele.
É fascinante olhar para a capacidade que esse homem, que esse Deus tem, de investigar a miséria do outro e encontrar a pedra preciosa que está escondida. Isso é Páscoa, isso é ressurreição. É quando no sepulcro do nosso coração, alguém descobre um fio de vida, e ao puxar esse fio, vai fazendo com que a gente se torne melhor.
Não há nada mais bonito do que você ser achado quando você está perdido.
Não há nada mais bonito do que você ser encontrado, no momento que você não sabe para onde ir e não sabe nem onde está...
O amor humano tem a capacidade de ser o amor de Deus na nossa vida por causa disso: porque ele nos elege!
Por isso que é bom termos amigos, porque na verdade, as pessoas amigas antecipam no tempo, aquilo que acreditamos ser eterno...
Quando elas são capazes de olhar para nós e descobrir o que temos de bonito. Mesmo que isso, as vezes costuma ficar escondido por trás daquilo que é precário.
Por isso agradeço muito a Deus pelos amigos que tenho. Pelas pessoas que descobriram no que eu tenho de pior, uma coisinha que eu tenho de bom, e mesmo assim continuam ao meu lado, me ajudando a ser gente, me ajudando a ser mais de Deus, ajudando a buscar dentro de mim, a essência boa que acreditamos que Deus colocou em cada um de nós.
Ter amigos, é como arvorear: lançar galhos, lançar raízes... Para que o outro quando olhar a árvore, saiba que nós estamos ali...Que nós permanecemos para fazer sombra, para trazer ao outro, um pouco de aconchego que ás vezes ele precisa na vida...

ARVOREIE! CRIE ÁRVORES! SEJA AMIGO
... A sua maneira de ser para mim
Já poda o que há de ruim
A minha vontade é de ser para você
Feito sombra, descanso sem fim.
E se algum dia esquecer de mim
Só se lembre que eu tenho raiz
Só se lembre que estou por aqui...
Pe. Fábio de Melo

terça-feira, 15 de novembro de 2011

A REALIDADE SOBRE O INFERNO

ALGUMAS PROFECIAS APOCALÍPTICAS QUE SERÃO APRESENTADAS PELOS ALUNOS DO 1º ANO MÉDIO DO COLÉGIO SÃO LUCAS

27/11/11





sábado, 6 de agosto de 2011

A REGREÇÃO DA REDASSÃO

Semana passada, recebi um telefonema de uma senhora que me deixou surpreso. Pedia encarecidamente que ensinasse seu filho a escrever.
– Mas, minha senhora – desculpei-me–, eu não sou professor.
– Eu sei, moço. É por isso mesmo. Os professores não tem conseguido muito.
– A culpa não é deles – expliquei a ela – a falha é do ensino.
– Pode ser, mas gostaria de que o senhor ensinasse ao menino. O senhor escreve muito bem.
– Obrigado minha senhora – agradeci –, mas não acredite muito nisso. Não costumo colocar vírgulas e nunca sei onde botar os acentos. A senhora precisa ver o trabalho que dou ao revisor dos meus textos.
– Não faz mal – insistiu ela –, o senhor vem e traz um revisor.
– Não dá, minha senhora – tornei a me desculpar –, é que eu não tenho o menor jeito com crianças.
– E quem falou em crianças Meu filho já tem 17 anos. . .
Fiquei muito preocupado e dias depois comentei o fato com um professor, meu amigo, que me disse: “Ah, você não deve se assustar, o estudante brasileiro realmente não sabe escrever”. No dia seguinte ouvi de outro educador: “O estudante brasileiro não sabe escrever”. Depois li no jornal as declarações de um diretor de faculdade: “O estudante brasileiro escreve muito mal”. Impressionado, saí à procura da opinião de outros educadores. Todos me disseram a mesma coisa: “acredite, o estudante brasileiro não sabe escrever”.
Comecei a observar e notei que, de fato, não se escreve mais como antigamente. Ninguém mais faz diários, ninguém escreve mensagens em portas de banheiros, em muros, em paredes, etc.
Não tenho visto nem sequer aquelas inscrições, geralmente acompanhadas de um coração, que as pessoas faziam em casca de árvore. Bem, é verdade que ultimamente não tenho visto nem árvore.
– Quer dizer – disse a um amigo enquanto íamos pela rua – que o estudante brasileiro não sabe mesmo escrever. Então isto é ótimo para mim. Pelo menos diminui a concorrência e me garante emprego por mais dez anos.
– Engano seu – disse ele – Se as coisas continuarem assim, dentro de cinco anos você terá que mudar de profissão.
– Por quê ­? – perguntei – quanto menos gente sabendo escrever, mais chance eu tenho de sobreviver.
– E você sabe por que essa geração não sabe escrever? – perguntou meu amigo.
– Sei lá – respondi –, vai ver que é porque não pega direito no lápis.
– Não senhor. Não sabe escrever porque está perdendo o hábito de leitura. E quando o perder completamente, você vai escrever para quem?
Taí um dado novo que eu não havia considerado. . .



Luís Fernando Veríssimo

A BORBOLETA AZUL

Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não. 
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.
Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.
Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? - perguntou a irmã.
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!
As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu: - Depende de você... ela está em suas mãos. 


MORAL DA HISTÓRIA: Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos). Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul...  Cabe a nós escolher o que fazer com ela.
O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.
"Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."

terça-feira, 2 de agosto de 2011

ESCOLHAS

Por Dener Cardoso*
A vida não é feita por grandes momentos,
Não é marcada por grandes eventos, grandes sonhos,
Afinal, a vida não é formada de grandiosidade,
É feita de pequenos momentos, simples escolhas,
Pequenas decisões, pequenas realizações,
Que ao se somarem se tornam especial em sua própria forma.
Temos o costume de sonhar grandes sonhos,
Mas na verdade a alegria, a realização, a verdadeira felicidade,
Vem dos menores sonhos, sim, daqueles sonhos esquecidos na cabeceira
De nossas camas, mas que define o destino das nossas vidas.
Somos honestos? Somos fiéis? Estamos orgulhosos de nós mesmos,
Ou estamos desapontados por quem nos tornamos?
O tempo passa, e só nós podemos responder a essas perguntas.
É necessária uma auto-análise, para obtermos essas respostas.
A vida não acontece como planejamos, fazemos decisões erradas,
Fazemos escolhas erradas, e isso compromete o futuro.
O inesperado acontece, e nós? Nós buscamos uma correção dos nossos erros,
Em busca de nossa antiga vida. Ou nos surpreendemos com as novas possibilidades
Que a vida nos acabara de dar, e mudamos nosso futuro.
Ao fim, tudo volta às escolhas, não importa, seja ela grande ou pequena,
São elas quem dá um sentido ao nosso destino,
Só nos bastar pensar, decidir, escolher.
E o restante? Ah, o restante é feito pela vida, naturalmente
As nossas escolhas nos mudam, e a realidade chega a nossa porta.
* Aluno de 3ª série do Ensino Médio do Colégio Bom Conselho - Arapiraca.